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No Dia Nacional em Defesa da Educação (26/4), a reunião ampliada do Conselho de Representantes, convocada pelo SPMG, foi de formação sobre a importância do respeito à lei do Piso Salarial Nacional do Magistério (PSNM) e contou com a participação da professora Marta Vanelli, da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

 

O movimento iniciado hoje (26/4), com a defesa da educação, tem como uma das principais bandeiras o respeito ao reajuste do PSNM. “O país inteiro está mobilizado em defesa do Piso e também de outras pautas da educação, como a revogação do novo ensino médio”, afirmou a dirigente da CNTE.

 

O PISO É LEGAL

Traçando um histórico dos processos da validação do PSNM, Vanelli destacou que o PSNM é legal em todos os aspectos e que a posição dos prefeitos que não estão cumprindo a lei é uma decisão política. No início de 2011, o Supremo Tribunal Federal, respondeu aos prefeitos que a lei do piso é 100% constitucional. Para ela, o argumento utilizado, com base na troca de legislação referente ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) não tem fundamento, nem segurança jurídica. “Não importa qual o número da lei do Fundeb e no novo Fundeb também está previsto o PSNM. Se houvesse insegurança jurídica, o Congresso Nacional ou o STF já teriam revogado a lei. Não tem liminar suspendendo o pagamento do Piso!”.

 

Sobre o argumento de falta de recursos por parte das prefeituras, Marta Vanelli informou que o STF já encaminhou consulta ao Ministério da Educação (MEC), sobre a previsão de recursos da União para complementação aos municípios que comprovarem não ter condições de manter o pagamento. “Essa complementação está estabelecida desde a criação do PSNM e sabe quantos municípios comprovaram até agora, após 13 anos do Piso? Nenhum. Usam este argumento na mesa de negociação, na mídia, mas tecnicamente como exige o MEC, não adianta só gritar, precisa comprovar”.

 

Vanelli também lembrou o fundamento para criação do PSNM, que segue o estabelecido na meta 17 do Plano Nacional de Educação, que é equiparar a média salarial da educação com as demais carreiras de nível superior. Hoje, a remuneração do magistério ainda é 40% inferior as demais profissões com exigência de graduação.

 

GRAVATAÍ

A presidenta do SPMG, Vitalina Gonçalves, reforçou que Gravataí tem condições financeiras para cumprir a Lei do Piso e fazer o reajuste. “Gravataí é a quarta economia do RS e, além disso, a Prefeitura efetua, anualmente, gastos da ordem de R$ 13 milhões, em ações desnecessárias e sem comprovação de qualidade. Investir na valorização das trabalhadoras e trabalhadores em educação é muito mais efetivo”, defende a dirigente.

 

CAMPANHA EM DEFESA DA ESCOLA

As conselheiras e conselheiros do SPMG foram informados e receberam materiais para realizar, nas escolas e dialogar com a comunidade escolar sobre a campanha em defesa da educação e do piso salarial. Durante todo o dia, o Sindicato manterá carro de som circulando com a mensagem da campanha nas principais regiões da cidade. Adesivos e panfletos podem ser solicitados pelo WhatsApp 51 34902149.

 

RELATO DA DATA-BASE

A mesa de negociação foi instalada e o Sindicato terá reuniões semanais com o governo e já está tratando da pauta de reivindicações. Ficou estabelecido indicativo convocação de Assembleia Geral na primeira quinzena de maio.

✓ Na terça-feira (02/5), a direção do SPMG terá reunião com a nova secretária municipal de Educação, para tratar de questões como os problemas do IPM, da falta de RH, em especial de monitores, da hora-planejamento e diversas situações de assédio moral.

 

PREVIDÊNCIA

O Conselho do IPG alerta para a formação de déficit previdenciário após a Reforma da Previdência Municipal e que diversas modificações feitas pelo governo sem cálculo atuarial estão colocando em risco a previdência. A Câmara de Vereadores já foi notificada.

 

#EducaçãoEuDefendo

#LutaJusta

#SPMGSindicato


Reunião do Conselho pauta a defesa da educação e valorização

SPMG INFORMA

A reunião do Conselho Geral de Representantes Sindicais, realizada na tarde dessa quarta-feira (12/4), retomou a mobilização, junto ao SPMG, para as lutas da categoria. Com uma extensa pauta, o fórum deliberativo das trabalhadoras e trabalhadores em educação apontou a retomada da pressão para que o prefeito abra a mesa de negociação da data-base 2023. A pauta de reivindicações foi encaminhada no início de dezembro do ano passado, com diversos ofícios do sindicato cobrando a negociação.

SEGURANÇA NAS ESCOLAS

O tema da segurança foi acrescentado à pauta da reunião do Conselho após os episódios de violência e ataques ocorridos em São Paulo e Santa Catarina, na última semana. Professores e funcionários das escolas se sentem inseguros e apontam fragilidades no acesso às escolas, assim como denunciam as falsas notícias que circulam nas comunidades escolares e espalham insegurança entre as famílias, gerando muitas vezes um estado de pânico na comunidade escolar. Ficou deliberado que a direção do SPMG reivindicará agenda com a Secretaria Municipal de Educação (Smed), para tratar de ações e combate às fake News, monitoramento de ameaças feitas nas redes sociais e apoio emocional às equipes nas escolas e comunidade escolar.

CAMPANHA EM DEFESA DO PISO

O SPMG faz parte do movimento Sindicatos em Rede, formado por sindicatos de servidores públicos municipais de todo o Estado, que iniciará campanha em defesa do pagamento do reajuste do Piso Salarial Nacional do Magistério (PSNM). A campanha será lançada nos próximos dias e encaminhada pelos conselheiros nas escolas de Gravataí.

CALENDÁRIO DE MOBILIZAÇÃO

O Conselho aprovou um calendário de mobilização, com o encaminhamento de pedido para utilização da Tribuna da Câmara de Vereadores e chamado para ato público no dia 26 de abril.

AÇÃO DO PSNM

Houve informe da assessoria jurídica do SPMG sobre as ações individuais para o pagamento do Piso do Magistério. O Sindicato já entrou com número significativo de ações e contrapõe o argumento utilizado pelo prefeito. O pagamento do Piso, por parte dos governos estaduais, é a maior prova de que o reajuste do Piso está valendo e é legal.

PAUTA ECONÔMICA DA DATA-BASE 2023

Discutida nas escolas e aprovada em reunião do Conselho Geral de Representantes, a pauta de reivindicações da data-base 2023 busca, além da reposição da inflação, de 5,97% (período de dezembro de 2021 a novembro de 2022), o reconhecimento das perdas acumuladas, que somam 32,25%, e o pagamento de vale-alimentação de R$ 25,00.

PRIMEIROS 30 DIAS DO ANO LETIVO

Os relatos trazidos pelas(os) representantes sindicais na reunião dessa quarta-feira, dão conta das denúncias já apresentadas pelo Sindicato, expondo a continuidade de diversos problemas enfrentados nas escolas, como a falta de monitores, as falhas no sistema da IPM, dificuldades nos QPEs e o atraso no processo de eleição de diretores.

#SPMGSindicato


Reunião do Conselho de Representantes SPMG reforça luta pelo pagamento do...

 

ARTIGO – PORTAL SUL 21 06/04/2023 – https://sul21.com.br/opiniao/2023/04/educacao-publica-sim-politica-do-odio-nao-por-vitalina-goncalves/

 

Os últimos episódios de violência envolvendo escolas, que vitimaram uma professora em São Paulo e quatro crianças em Santa Catarina, sobre os quais não falo dos detalhes deliberadamente, acenderam o sinal vermelho. Estamos vivendo as consequências da política do ódio e do preconceito. O Governo Federal constituiu um grupo de trabalho, visando estudar medidas preventivas que possam evitar novas tragédias. Resido no RS e, ainda, não encontrei movimentos da Secretaria de Estado da Educação ou das Secretarias Municipais na mesma direção.

 

Percebi sutis movimentos de uma rede de escolas privada, no sentido de colocar “segurança” mais ostensiva. Movimentos, esses, importantes e necessários. Porém, precisamos registrar, que somado a eles, dois aspectos sociais precisam ser priorizados e estudados com mais profundidade e atenção: a desigualdade social e a cultura do ódio, ambas ceifando vidas todos os dias.

 

A igualdade de oportunidades é elemento imprescindível e inegociável a ser estabelecida como objetivo de todos que defendem uma escola sem violências. O grau de desigualdade social “estabelecido” no Brasil leva a sociedade a viver em dois extremos, o primeiro onde tudo falta, desde comida na mesa, água potável, até atendimento em saúde, especialmente saúde mental. No extremo da abundância, o ter tudo, o poder tudo, o consumo indiscriminado, a busca incessante por uma satisfação material e de status alimentados por com likes e curtidas, abre um vazio da profundidade de um abismo, sem espaço para empatia e consideração ao próximo (nesse caso a maioria da população).

 

Neste cenário está a escola, e dentro dela a professora e o professor, ou melhor, as trabalhadoras e trabalhadores em educação. Todos, igualmente, vítimas de uma sociedade que os condena a uma condição humana, profissional, econômica e social degradante. Condição esta, criada em um movimento premeditado por governos e empresas voltadas ao lucro e meritocracia na Educação, para substituí-los por sistemas de classificação, por uma lousa digital, por um computador, por uma plataforma digital, por uma empresa de assessoria, enfim, a criatividade do lucro pode completar essa lista, sob o argumento de que serão mais eficazes e mais baratos. Mas a pergunta que não pode calar é, essa tal criatividade do lucro consegue se colocar entre o algoz e uma criança ou jovem aluno, para evitar sua morte, como nossos professores fazem?

Conseguem?

Conseguem?

Conseguem?

Os meus colegas fazem isso todos os dias, em tragédias de grande repercussão! Os meus colegas fazem isso todos os dias, em pequenas tragédias, na maioria das vezes invisíveis, silenciosas para o conjunto da sociedade brasileira.

 

Infelizmente, com a morte como elemento em comum, uma mata de forma violenta, a outra mata lentamente, muitas vezes condenando ao subviver. Até quando a sociedade brasileira vai continuar falhando com nossas crianças, com nossos jovens, com nossos professores?

Basta! Direito à vida sem nenhum tipo de violência, educação pública respeitada, valorizada e democracia como princípio precisam caminhar juntas. Sem justiça social não alcançaremos a paz. Sem educação retornamos à barbárie.

 

Vitalina Conceição Marques Gonçalves – professora, presidenta do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública Municipal de Gravataí (SPMG) e secretária geral da CUT/RS


Educação Pública, sim! Política do ódio, não!

O SPMG/Sindicato e as trabalhadoras e trabalhadores em educação de Gravataí, manifestam solidariedade e apoio à comunidade da escola de Educação Infantil Cantinho Bom Pastor, na cidade de Blumenau (SC). Em poucos segundos após o conhecimento do massacre dentro da escola, que vitimou quatro crianças, de cinco a sete anos, de forma tão bárbara e violenta, tento deixado outras quatro crianças feridas, nossos corações e mentes estão juntos com as colegas, mães, pais e crianças, vivendo o mesmo horror, pânico e dor da perda…

 

A educação está ferida, muitas vezes de morte… Precisamos urgentemente abraçar a educação, respeitar e cuidar da política pública que oferta oportunidade de vida para crianças, jovens e adultos. Mais do que isso, que oferta oportunidade de vida para a nossa sociedade, livrando-a do retrocesso à barbárie.

 

Punição ao responsável, ou melhor, responsáveis por tanta tragédia na educação. É urgente refletir o quanto os governos têm empurrado a educação e quem faz a educação à violência; o quanto a mídia tem invisibilizado os projetos educacionais ao mesmo tempo em que prioriza o noticiário da violência; o quanto as redes sociais podem ser perversas quando permitem a campanha do ódio e da intolerância; o quanto as comunidades escolares estão enredadas no cotidiano da necessidade de sobrevivência, sem condições de proteger e fortalecer a educação.

 

Nós queremos refletir sobre tudo o que ataca a educação. Somos resistência, solidariedade e luta para que tragédias não mais aconteçam e as escolas possam seguir como espaço de aprendizado ao mundo, pela alegria e pelo amor.

 

Direção do SPMG/Sindicato

 

#SPMGSindicato


NOTA DE SOLIDARIEDADE: A violência sangra a educação, que pede socorro...

Fazer a leitura do noticiário dessa segunda-feira (27/3) foi mais uma vez uma tarefa cruel para os sentimentos de centenas de milhares de pessoas, em especial para a categoria das trabalhadoras e trabalhadores em educação das redes de ensino público do país e do mundo. Tomar conhecimento do bárbaro assassinato da professora de Ciências Elizabete Tenreiro, 71 anos, dentro da sala de aula da Escola Estadual Thomázia Montoro (SP), e que deixou outras quatro pessoas feridas, alunos e professores, tendo o agressor sido contido também por professoras, colocou em choque mais do que uma comunidade escolar (a qual externamos sentimentos de pesar e solidariedade), expôs uma situação cotidiana nas escolas públicas das cidades e estados brasileiros: é na escola que a realidade familiar e social das crianças, jovens e adultos estudantes confronta os profissionais da educação e ambos estão abandonados pelas políticas públicas.

 

Vivem à sua própria sorte, enquanto alguns punhados de gestores públicos e empresas privadas brincam no playground dos recursos orçamentários, descompromissados do investimento efetivo e necessário, não só financeiro, mas também estruturado no desenvolvimento integral que a Educação deve e pode promover.

 

A todas e todos que sofrem com o trauma da violência, que conseguem se colocar no lugar das pessoas que estavam na escola de SP na última segunda-feira, convocamos para a defesa da educação pública de qualidade, unindo forças na melhor forma de esperançar a paz.


Em solidariedade às vítimas na escola de SP, é necessário defender...

Educação é pela vida das mulheres e está presente neste 08 de Março [#8M] – Dia Internacional de Luta das Mulheres porque é mais do que necessário, é urgente lutar por políticas públicas que garantam a vida e a condição das mulheres viverem em igualdade de direitos e sem medo. Sem medo de serem mortas, violentadas, silenciadas e desvalorizadas por uma cultura patriarcal que está incutida até nos órgãos que deveriam garantir proteção e justiça.

No cotidiano da Educação, uma política pública formada historicamente com a predominância de trabalhadoras, convivemos com inúmeros casos de agressão sofridos por colegas, alunas ou mães, relatados ou não. Até a desvalorização salarial que vivemos é reflexo da exploração da classe trabalhadora, ampliada na condição das mulheres.

O SPMG/Sindicato, além da permanente em defesa da categoria e por direitos, está presente na organização das ações do 8M e da CUTRS. Para conscientização e diálogo nas escolas, estamos distribuindo o gibi MEXEU COM UMA, MEXEU COM TODAS. Também convidamos as e os colegas a vestirem a camiseta NOS QUEREMOS VIVAS E SEM MEDO!, que estará disponível após o dia 07 de março, na sede do Sindicato. Retire seu material, trabalhe o tema nas escolas, a Educação é #PelaVidaDasMulheres porque quando uma mulher avança, toda a sociedade avança também!

CEL/WHATS PARA COMPRA DA CAMISETA: 51 30424939

#SPMGSindicato

Gibi MEXEU COM UMA MEXEU COM TODAS

8M Manifesto


NOS QUEREMOS VIVAS E SEM MEDO ‼️

00CONFIRA DATA 2023 – ATIVOS/AS E APOSENTADOS/AS

23/02, das 12h às 17h, presencial na sede do SPMG.

 

Em Gravataí, assim como em várias cidades e estados do país, as professoras e os professores precisam lutar para que o pagamento do reajuste do Piso Salarial Nacional do Magistério – PSNM seja efetivado % (33,24%/2022 + 14,95%/2023). O SPMG/Sindicato cobrou de diversas formas o governo municipal para o cumprimento da Lei 11.738/2008 e da Lei Municipal nº 4168/2019. Sem uma posição no sentido de respeitar a legislação, coloca à disposição da categoria assessoria jurídica para o ajuizamento de ações individuais para obtenção do reajuste.

 

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS PARA AJUIZAMENTO DA AÇÃO PISO

– Cópia do documento de identificação (RG, CPF ou CNH);

– Cópia do comprovante de residência (água, luz ou telefone, com data de vencimento dentro dos últimos três meses);

– Cópia do dos contracheques do mês de fevereiro/2022 em diante;

– APOSENTADOS/AS, cópia da portaria de aposentadoria.

 

ATENÇÃO! Estes documentos devem ser entregues na sede do SPMG, diretamente ao advogado, nas datas e horários agendados.


Ação do Piso Salarial Nacional do Magistério – PSNM

NOTA DE REPÚDIO

 

O SPMG/Sindicato manifesta seu total repúdio aos atos terroristas praticados por integrantes de movimento golpista e fascista, neste dia 08 de janeiro de 2023, em Brasília. São criminosos e devem ser punidos com rigor pelos prejuízos causados à Nação Brasileira e pelo atentado contra os Poderes instituídos pela Constituição Federal do Brasil.

 

Nosso repúdio também ao Governo do Distrito Federal e sua conivência com todos os crimes e atos fascistas e de vandalismo praticados neste domingo. Somamos força ao pedido das organizações da sociedade e da classe trabalhadora, para que todos os envolvidos e financiadores deste movimento sejam responsabilizados pelos crimes cometidos, bem como sejam impedidas a formação e continuidade de “acampamentos” de caráter golpista, que disseminam o ódio e a violência nas ruas.

 

Somos parte da classe trabalhadora e sabemos o quanto foi árdua a luta pela democracia e por direitos em nosso país. Quantas vidas pereceram durante a ditadura militar, defendida pelos mesmos fascistas que hoje atacam Brasília… Na recente história brasileira, mesmo diante das inúmeras atrocidades cometidas pelo governo Bolsonaro, mantivemos nossas mobilizações pautadas pelo respeito às Instituições da República e ao Povo Brasileiro.

 

Somos trabalhadoras e trabalhadores na educação pública e defendemos, com nosso trabalho e luta, uma das mais importantes políticas mantidas pela Constituição Federal e pelo Estado Democrático de Direito.

 

Viva a Democracia!

 

Direção SPMG – Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública Municipal de Gravataí


REPÚDIO AOS ATOS TERRORISTAS PRATICADOS POR CRIMINOSOS BOLSONARISTAS

 

As escolas da Rede Municipal de Ensino de Gravataí receberam, de 15 a 20/12, a edição do Álbum Craques da Escola, organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública Municipal de Gravataí – SPMG, dentro do projeto de valorização da categoria. A publicação contempla escolas de Ensino Fundamental, Ensino Médio e Educação Infantil. Das 76 unidades da RME, 68 participaram com imagem dos profissionais de toda a equipe.

 

“Em tempo de Copa do Mundo, o futebol e os jogadores ganham evidência, viram figurinhas de álbum colecionável, muitos destes saindo de condições adversas nas periferias das cidades pela atuação da educação pública. Planejamos está campanha, neste momento, para mostrar e valorizar as trabalhadoras e trabalhadores da educação, que estão em campo todos os dias para levar o acesso à educação para crianças, jovens e adultos. Não tem tempo ruim, pandemia ou realidade social que não seja enfrentada com garra”, argumenta a presidente do SPMG, Vitalina Conceição Marques Gonçalves.

 

De acordo com Vitalina, a pandemia da Covid19 foi um período muito difícil para a comunidade escolar e deixa mazelas que precisam ser trabalhadas pelo poder público e pelas entidades. Professores e toda a equipe das escolas se desdobraram para manter aulas de forma remota, sem nenhum suporte dos governos, as famílias passaram pelo empobrecimento, perdas de familiares e também o aprendizado ficou comprometido.

 

“Estamos, dentro do papel do sindicato, dando suporte aos colegas o tempo todo, enfrentando também os ataques à carreira e retirada de direitos. Mas também precisamos atuar na valorização e importância das trabalhadoras e trabalhadores em educação e defender a educação pública”, destaca.

 

Quando a educação pública avança, todo mundo ganha, não é somente o slogan do álbum, é uma verdade que deve sempre ser reafirmar.

 

Na sequência da entrega do álbum e durante o próximo ano letivo, serão divulgados, pelo SPMG, os projetos desenvolvidos nas escolas, que serão incentivadas a encaminhar registros da sua produção no cotidiano das aulas.

 

#CraquesDaEscola

#SPMGSindicato

 


Álbum Craques da Escola Gravataí valoriza trabalhadores em educação

No sentido de facilitar o acesso das associadas do SPMG/Sindicato aos exames de mamografia e ecografia mamária, necessários para a prevenção do câncer de mama, a entidade renovou a parceria com a Clínica Rebelato de Diagnóstico por Imagem, em Gravataí. Durante o mês de outubro, as trabalhadoras em educação poderão realizar os exames com valor reduzido e pagamento com desconto em folha.

 

Para acessar o benefício, as interessadas devem pegar autorização no Sindicato e, após, agendar o procedimento na Clínica. O custo do exame de mamografia é de R$ 60,00 e da ecografia mamária, R$ 90,00. O agendamento do exame na Rebelato pode ser pelo canal de WhatsApp 51 984174254.

 

A direção do SPMG entende que, junto com as ações de conscientização e auto-exame, também são necessárias medidas que facilitem os exames de diagnóstico. Além do ISSEG, as associadas do Sindicato podem contar com mais esta opção.

 

CONHEÇA UM POUCO MAIS SOBRE A CAMPANHA E A DOENÇA:

 

O Outubro Rosa é um movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama, criado no início da década de 1990 pela Fundação Susan G. Komen for the Cure.

 

A data, celebrada anualmente, tem o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença; proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade.

 

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) alerta que o câncer de mama é o tipo que mais acomete mulheres em todo o mundo, tanto em países em desenvolvimento quanto em países desenvolvidos.

 

Esse tipo de câncer também ocupa a primeira posição em mortalidade por câncer entre as mulheres no Brasil, com taxa de mortalidade ajustada por idade, pela população mundial, para 2019, de 14,23/100 mil. As maiores taxas de incidência e de mortalidade estão nas regiões Sul e Sudeste do Brasil.

 

Os principais sinais e sintomas suspeitos de câncer de mama são: caroço (nódulo), geralmente endurecido, fixo e indolor; pele da mama avermelhada ou parecida com casca de laranja; alterações no bico do peito (mamilo) e saída espontânea de líquido de um dos mamilos. Também podem aparecer pequenos nódulos no pescoço ou na região das axilas.

 

Fatores de risco

 

Não há uma causa única para o câncer de mama. Diversos fatores estão relacionados ao desenvolvimento da doença entre as mulheres, como: envelhecimento, determinantes relacionados à vida reprodutiva da mulher, histórico familiar de câncer de mama, consumo de álcool, excesso de peso, atividade física insuficente e exposição à radiação ionizante.

 

Os principais fatores são:

 

Comportamentais/Ambientais

 

Obesidade e sobrepeso, após a menopausa

Atividade física insuficiente (menos de 150 minutos de atividade física moderada por semana)

Consumo de bebida alcoólica

Exposição frequente a radiações ionizantes (Raios-X, tomografia computadorizada, mamografia etc.)

História de tratamento prévio com radioterapia no tórax

 

Aspectos da vida reprodutiva/hormonais

 

Primeira menstruação (menarca) antes de 12 anos

Não ter filhos

Primeira gravidez após os 30 anos

Parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos

Uso de contraceptivos hormonais (estrogênio-progesterona)

Ter feito terapia de reposição hormonal (estrogênio-progesterona), principalmente por mais de cinco anos

 

Hereditários/Genéticos

 

Histórico familiar de câncer de ovário; de câncer de mama em mulheres, principalmente antes dos 50 anos; e caso de câncer de mama em homem

Alteração genética, especialmente nos genes BRCA1 e BRCA2.

 

A mulher que possui esses fatores genéticos tem risco elevado para câncer de mama.

 

Fonte: INCA – Instituto Nacional do Câncer

 

#outubrorosa #cancerdemama #SPMGSindicato


SPMG renova parceria para exames no Outubro Rosa