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Pressão e mobilização organizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e sindicatos força presidente Jair Bolsonaro (PL) a dizer que vai cumprir a lei e conceder o reajuste máximo para o piso salarial de professores. Apesar das notícias, a CNTE convoca a categoria a manter-se a mobilizada e alerta em defesa do cumprimento da Lei do Piso do Magistério (11.739/2008).

 

Conforme o presidente da CNTE, Heleno Araújo à Rádio, o piso é necessário para tentar equiparar a média salarial do magistério à de outros profissionais com a mesma formação e carga horária. A entidade defende o pagamento de 33,23% de reajuste, e seguirá pressionando prefeitos, governadores e governo federal para fazer valer essa lei.

 

Confira aqui a íntegra da nota da CNTE: https://cnte.org.br/index.php/menu/comunicacao/posts/noticias/74557-apos-pressao-de-sindicatos-bolsonaro-promete-cumprir-a-lei-do-piso-do-magisterio

 

Entenda a luta dos professores pelo piso do magistério

 

Os ataques do governo Bolsonaro à Educação no país não têm limites. Além dos cortes orçamentários para o setor neste ano, de R$ 739,9 milhões, feitos pelo próprio presidente da República, o Ministério da Educação (MEC) quer impedir o reajuste de 33,2% do piso salarial dos profissionais da educação, sugerindo pagar o valor do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), de apenas 4,6%.

 

No ano passado, os professores e professoras da educação pública básica obtiveram zero por cento de reajuste salarial. O último reajuste foi em 2020, com índice de 12,8%.

 

Para defender o piso salarial da categoria que subiria de R$ 2.886,24 para R$ 3.845,34, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), preparou um calendário de mobilização, de 02 de fevereiro a 16 de março. Confira:

 

Equiparação salarial

 

Segundo a CNTE, sem o reajuste, a meta 17 do Plano Nacional de Educação (PNE), que prevê que os salários do magistério sejam equiparados às demais categorias com a mesma escolaridade, não será atingida. No final de 2021 os professores estão recebendo 69% da média salarial de outros profissionais com a mesma formação e a mesma carga horária.

 

“Nós consideramos um absurdo essa atitude dos ministérios da Educação e Economia, e do governo Bolsonaro. Essa é uma categoria profissional que já recebe baixos salários e que tem direito a um piso para tentar equiparar sua média salarial à de outros profissionais com a mesma formação e carga horária”, disse o presidente da CNTE, Heleno Araújo à Rádio Brasil Atual.

 

A CNTE já acionou a Justiça Federal para que o reajuste seja cumprido e não descarta a hipótese de, se necessário, de entrar com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para manter os direitos da categoria.

 

“Além disso, estamos orientando as nossas entidades afiliadas a fazerem um processo de negociação com prefeitos e governadores a fim de cumprir o que o a lei determina. Caso algum prefeito ou governador negue cumprir a lei, estamos orientando também a entrar na Justiça local. Nós entendemos que a lei é um direito e se não for pago na política, vai ser determinado o pagamento na Justiça”, disse Heleno, na mesma entrevista.

 

O dirigente lembrou ainda que a postura do ministério prejudica os profissionais e também a qualidade do ensino que é oferecido à população.

 

“Quando o governo ataca esse reajuste ele traz um prejuízo enorme para as professoras e os professores, mas também aos estudantes e à população que precisa da escola pública para garantir seu processo de aprendizagem”, contestou Araújo.

 

Entendimento jurídico

 

A lei que criou o piso do magistério (n.º 11.738/2008) vincula, no artigo 5.º, o reajuste para os professores ao aumento do valor anual mínimo por aluno dos anos iniciais do ensino fundamental do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Esta regra tem sido aplicada desde 2009.

 

A CNTE entende que o reajuste que deve ser pago pelos governos estaduais e municipais, está contido na lei que vincula a correção do piso da categoria à variação do valor por aluno anual previsto no Fundeb, o principal mecanismo de financiamento do setor.

 

Já o Ministério da Educação diz que novas regras do Fundeb não condizem mais com Lei de 2008 que estabelece critérios para o aumento do piso da categoria.

 

Com base numa consulta à Advocacia-Geral da União, o MEC alega que com a aprovação do novo Fundeb em 2020, a vinculação perdeu a validade e que é necessário criar outro índice de reajuste.

 

Não ao PL 3.776/08

 

A CNTE também vem se posicionando contrária ao Projeto de Lei (PL) nº 3.776/08 do Poder Executivo que desvincula o valor mínimo por aluno do Fundeb sobre o critério de reajuste do piso da categoria. O PL pode ir à votação a partir de 3 de fevereiro, quando o Congresso retoma os trabalhos.

 

Brasil tem pior salário entre 40 países

 

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação alerta para o fato do Brasil ocupar a última posição remuneratória entre as mais de 40 nações avaliadas anualmente pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), no relatório da Education at a Glance 2021.

 

Segundo o documento, a média inicial do salário dos docentes no Brasil é de 13,9 mil dólares anuais. Os valores passam dos 20 mil dólares em países como Grécia, Colômbia e Chile; na Alemanha, passam dos 70 mil dólares.

 

Fonte: CNTE e CUT


Luta da CNTE e sindicatos leva Bolsonaro a recuar e dizer...

O SPMG/Sindicato, ao tomar conhecimento do atraso nos salários das colegas, entrou em contato com a Prefeitura Municipal de Gravataí, cobrando uma ação em defesa do direito ao justo pagamento pelo trabalho realizado. Obtivemos o seguinte informe:

– Os pagamentos da Prefeitura em relação à empresa estão rigorosamente em dia;

– que a Prefeitura, ao tomar ciência dos atrasos no pagamento dos salários das trabalhadoras, notificou imediatamente a empresa CAB;

– a empresa CAB respondeu à Prefeitura que colocará os pagamentos em dia até sexta-feira, dia 14 de janeiro.

 

O SPMG/Sindicato repudia a irresponsabilidade da empresa CAB, por não cumprir suas obrigações com as trabalhadoras, mesmo estando com os seus recebimentos rigorosamente em dia. Colocamos nossa assessoria jurídica à disposição para, a partir de sexta-feira, encaminhar as medidas jurídicas e políticas cabíveis que possam sanar esse CALOTE.

 

Não é admissível que a empresa, comprometida contratualmente com o município de Gravataí, não tenha condições de gerir seu contrato, deixando mulheres, arrimos de família, sem condições de pagar suas necessidades básicas.

 

Para o SPMG/Sindicato a defesa dos serviços públicos passa pela defesa incondicional de todas as trabalhadoras e trabalhadores.

 

Estamos vigilantes!

 

SPMG /Sindicato

Janeiro de 2022

 

#NãoAceitamosCalote

#CABosalariosJá


É inadmissível que empresa terceirizadas deixe trabalhadoras das escolas de Gravataí...

Seguimos mobilizados, em 2022, prontos para enfrentar os desafios de fazer uma educação pública que vença as sequelas deixadas pela pandemia sanitária, política e econômica.

 

O ano de luta em defesa da vida e de intensa resistência à retirada de direitos e desmonte dos serviços públicos. Com o avanço da pandemia da CoVID-19 e dos governos neoliberais em todas as esferas de poder, aliados à política nefasta de Bolsonaro, coube à classe trabalhadora, seus sindicatos e centrais, levantar a bandeira da ciência e da vida em primeiro lugar, exigindo isolamento, vacina já e auxílio emergencial. Em Gravataí não foi diferente. Na Educação, organizados junto ao SPMG, professores e funcionários de escola resistiram ao retorno das aulas presenciais no pior momento da pandemia, evitando o aumento da circulação e da doença.

 

Trabalhadoras e trabalhadores em educação assumiram e organizaram, por sua própria conta, todas as rotinas de aulas remotas e entrega de atividades para manter crianças e jovens vinculados à escola. Mesmo com medo e sem vacina, as equipes se revezaram para transformar os alimentos da merenda em auxílio às famílias da comunidade escolar.

 

Também foi com a nossa luta que conquistamos a inclusão da educação no calendário de vacina contra a CoVID-19, cumprindo uma etapa entre as condições necessárias para o retorno das aulas presenciais. Foi com a força das trabalhadoras e trabalhadores que os planos de contingência foram elaborados e aplicados nas escolas.

 

LEMBRAR 2021 NÃO SERÁ FÁCIL

Ano em que também resistimos perante a dor da perda de entes queridos e colegas. Limitados pelo necessário isolamento, as notas de pesar divulgadas pelo Sindicato, realmente pesadas, serviram de espaço para as manifestações de carinho e solidariedade aos familiares e amigos.

 

NOSSAS LUTAS

– Liminar do SPMG garante tratamento da CoVID-19 pelo ISSEG à categoria.

– O SPMG participou ativamente da mobilização contra a PEC 186, que criou medidas de “ajuste fiscal” tanto para a União quanto para estados e municípios. Esses gatilhos têm como objetivo permitir que, com muita facilidade, os chefes do Executivo congelem as despesas obrigatórias e levem ao completo desmonte dos serviços públicos, com congelamento salarial e proibição de concursos, entre outras consequências.

– Mobilização para retirar de tramitação o Projeto de Lei nº 65, que modificava o processo de eleição das direções de escola.

– Defesa da data-base 2021: o SPMG adotou todas as iniciativas para instalação da mesa de negociação, seguindo a pauta de reivindicações deliberada em assembleia geral da categoria. Todas as datas-bases anteriores estão em luta na Justiça e o Sindicato busca, junto ao governo, o reconhecimento das perdas salariais.

 

Forte luta contra a Reforma Injusta!

O SPMG alertou e mobilizou todas as forças para impedira a Reforma da Previdência Municipal, imposta de forma injusta pelo prefeito e vereadores da bancada do governo. Além de retirar direitos e ampliar o tempo de trabalho para a aposentadoria, a Reforma da Previdência Municipal confisca 14% da remuneração de aposentados e pensionistas que conquistaram, com o suor do seu trabalho, uma aposentadoria maior do que 01 (um) salário mínimo.

 

 

 

Ação para reaver perdas da hora-atividade

Representando as trabalhadoras e trabalhadores em educação, o SPMG reivindica há muito tempo a padronização da hora-atividade para a Educação Infantil e Séries Iniciais. Diante da omissão do governo municipal em atender a reivindicação, o Sindicato direcionou a sua assessoria jurídica para que as associadas e associados possam reivindicar na Justiça o seu direito, através de ações individuais.

 

Vitória final da SPMG Sindicato na ação para ressarcimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS)

Foram contempladas cerca de 1.500 servidoras e servidores, enquadrados como celetistas em 1988 e que tiveram seu vínculo transformado em estatutário até maio de 1992. A soma total foi de R$ 5 milhões, o que levou a direção do Sindicato a acordar o pagamento em quatro parcelas mensais, para evitar o sequestro de receita e garantir a folha do funcionalismo dentro da normalidade, inclusive a parcela do 13º. As parcelas foram quitadas em setembro, outubro, novembro e dezembro, após uma força tarefa do SPMG, para organizar as listagens e encaminhar a documentação individual de cada beneficiada(o).

 

Mobilização para enterrar a Reforma Administrativa #PEC32NÃO

O SPMG participou ativamente da mobilização de sindicatos de todas as esferas e centrais sindicais contra o Projeto de Emenda à Constituição da Reforma Administrativa (PEC 32). A ação conjunta da classe trabalhadora conseguiu derrotar a reforma, pelo menos em 2021. É uma vitória que precisa ser reconhecida para fortalecer a necessária luta para o ano que se inicia. Jair Bolsonaro (PL) e Paulo Guedes não desistiram da PEC 32 e a luta para enterrá-la de vez deve prosseguir.

 

No Rio Grande do Sul, a Frente dos Servidores Públicos (FSP), da qual o SPMG faz parte, construiu ações próprias e também se engajou nos atos pelo “Fora Bolsonaro” levando às ruas a pauta do combate à reforma, ligando a crítica à PEC à necessidade do fim do governo. Mesmo com a pandemia, grandes atos foram construídos seguindo os cuidados necessários e manifestando a indignação e a capacidade de mobilização.

 

 

 

 

 


2021, um ano de luta e resistência em defesa da vida...

Foi aprovada, na assembleia geral ordinária dessa segunda-feira (13/12), por maioria dos votos, a prestação de contas da entidade referente ao período de janeiro de 2020 até agosto de 2021. A previsão orçamentária de 2021 também foi submetida à assembleia e aprovada por unanimidade dos participantes.

 

As contas do SPMG já haviam sido submetidas para apreciação do Conselho Fiscal, que aprovou a documentação e indicou a convocação da assembleia geral. Os demonstrativos contábeis foram apresentados pela representante do escritório V.S.S Assessoria Contábil,  Jennyffer Silveira.

 

O equilíbrio dos gastos efetivados pelo SPMG foi destacado durante a assembleia, sem dívidas acumuladas e voltado para as lutas da categoria. O orçamento da entidade é totalmente composto pela contribuição das associadas e associados.


Assembleia geral aprova a prestação de contas do SPMG

A trajetória do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública Municipal de Gravataí (SPMG), que completa 33 anos de fundação no mês de dezembro, é tema da exposição “SPMG – uma história de luta”, no espaço Quiosque da Cultura. No local será possível relembrar ou conhecer peças e materiais do acervo histórico do Sindicato, criado em 1988 para representar e organizar a luta dos profissionais das escolas municipais na busca e conquista de seus direitos.

 

Aberta ao público de 23 de novembro até 17 de dezembro, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, a exposição também servirá como um momento de continuidade da pesquisa realizada, com a gravação de depoimentos de associadas e associados e integrantes das mobilizações realizadas pela entidade.

 

LIVE DE ABERTURA

No dia da abertura (23/11), às 18h, a direção do SPMG realizará uma transmissão ao vivo na sua página no Facebook e outras ações de visitação serão organizadas, sempre respeitando a lotação máxima de 20 pessoas, as regras de distanciamento, o uso de máscara e a higiene das mãos com álcool gel.

 

PROJETO CULTURAL

O material exposto começou a ser organizado dentro do projeto “SPMG – 25 anos de luta sindical”, em 2014. Inicialmente de caráter acadêmico, em 2021 o projeto foi ampliado, ganhando uma perspectiva expográfica e memorial com a exposição virtual, agora transformada em presencial.

 

A ação cultural tem a autoria de Helena Thomassim Medeiros (@helenathmd), Carolina Thomassim Medeiros (@carolinathm), Marli Aparecida Thomassim Medeiros (@marliaparecidathomassimmedeiros) e Nestor Ourique Medeiros (@nestorouriquemedeiros) e foi contemplada e financiada com recursos da Lei Federal 14.017/2020 – Lei Aldir Blanc em Gravataí/RS.

 

Nas redes sociais do @projetosculturaisirmastm [PROJETOS CULTURAIS IRMÃS TM] você acompanha essa e outras iniciativas. Siga e compartilhe o conteúdo, deixando a sua opinião, o seu relato de participação nas lutas do SPMG. Assim o projeto terá continuidade e o trabalho desenvolvido é aprimorado.


História do SPMG ganha exposição no Quiosque da Cultura

Seguindo em luta contra os graves ataques do prefeito à aposentadoria das servidoras e servidores públicos da Prefeitura de Gravataí, o SPMG/Sindicato ajuizou ação na Justiça requerendo o reconhecimento da ilegalidade da cobrança da contribuição previdenciária sobre os benefícios das pensões e aposentadorias.

 

A cobrança foi instituída na legislação que alterou as regras da Previdência Municipal e entrou em vigor na folha de pagamento do mês de outubro. Agora, todos os benefícios que superam o valor de um salário mínimo são taxados em 14%. Antes, o desconto acontecia somente sobre valores superiores a R$ 6.433,57 (teto do INSS). É um forte ataque sobre os proventos, que assim como as demais remunerações, estão congeladas há mais de cinco anos, sem a reposição das perdas inflacionárias.

 

A ação foi protocolada em setembro, na 4ª Vara Cível da Comarca de Gravataí, mas ainda não há decisão judicial sobre o processo.

 

O SPMG segue acompanhando todos os desdobramentos da Reforma da Previdência e também da ação judicial, fazendo a defesa dos direitos das trabalhadoras e trabalhadores em educação. A categoria será informada, assim que houver decisão judicial.


Ação do SPMG requer a ilegalidade da cobrança previdenciária sobre aposentadorias...

A primavera da democracia está começou. Após um período de debates e organização de comitês municipais e regionais, teve início no dia 16 a votação do Plebiscito Popular sobre as Privatizações no Rio Grande do Sul. Cada gaúcho e gaúcha poderá se manifestar em cédulas e depositar o seu voto em urnas coletoras ou então votar pela internet. O prazo vai até o próximo dia 24.

 

A consulta é uma iniciativa construída democraticamente com a participação de centrais, federações e sindicatos de trabalhadores, movimentos sociais e partidos de esquerda. Não tem valor legal, mas tem grande importância política, pois é uma forma concreta de ouvir a população e conhecer a sua opinião sobre a entrega ou não do patrimônio público.

 

A proposta surgiu em reuniões da CUT-RS, durante o processo de tramitação e aprovação de uma emenda constitucional na Assembleia Legislativa, que retirou a obrigatoriedade de fazer um plebiscito sobre a privatização do Banrisul, da Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) e do Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Rio Grande do Sul (Procergs).

 

A PEC 280 foi aprovada pelos deputados da base aliada do governador Eduardo Leite (PSDB), que já encaminhou projeto para autorizar a venda da Corsan e foi igualmente aprovado. Antes disso, o governo tucano já tinha acabado com o plebiscito para a venda da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), Companhia Riograndense de Mineração (CRM) e Sulgás.

 

Diga não à entrega do nosso patrimônio

 

O plebiscito era uma condição incluída na Constituição Estadual, em 2002, como forma de ouvir a população, após a onda de privatizações feitas pelo governador Antônio Britto (PMDB), que nunca mais foi reeleito.

 

“Já que o governo do Estado, junto com a maioria da Assembleia Legislativa, rasgou a Constituição Estadual e tirou do povo o direito de decidir o futuro das empresas estatais, nós organizamos esse plebiscito. O patrimônio público é do povo, não é do governo de plantão”, ressalta o vice-presidente da CUT-RS e um dos coordenadores do Plebiscito Popular, Everton Gimenis.

 

Além dos locais fixos, também estão sendo coletados votos em urnas itinerantes nas comunidades, nos bairros, em praças, na frente de colégios, nas portas de fábricas. Tudo para dar ao maior número de pessoas a chance de expressar a sua opinião sobre as privatizações.

 

Quem pode votar?

Poderão votar maiores de 16 anos, mediante apresentação de um documento de identidade com foto e assinatura na lista de votantes.

 

Como votar

Para votar online, basta acessar a plataforma, lançar o nome e o CPF e registrar sua opinião.

>> Veja aqui para votar online: https://decidimrs.com.br/processes/privatizacoes

>> Para votação presencial em Gravataí foi instalada uma urna na Praça do Quiosque, no Centro. Confira também locais de votação em outras cidades: www.plebiscitopopular.com.br

 

Confira as três perguntas que cada participante deve responder!

VEJA E BAIXE O GIGI CONTRA AS PRIVATIZAÇÕES:

HQ MONTADA OFICIAL Ok 1


É hora de defender o patrimônio do Rio Grande do Sul

No sentido de facilitar o acesso das associadas do SPMG/Sindicato aos exames de mamografia e ecografia mamária, necessários para a prevenção do câncer de mama, a entidade firmou parceria com a Clínica Rebelato de Diagnóstico por Imagem, em Gravataí. Durante o mês de outubro, as trabalhadoras em educação poderão realizar os exames com valor reduzido e pagamento com desconto em folha.

 

Para acessar o benefício, as interessadas devem pegar autorização no Sindicato e, após, agendar o procedimento na Clínica. O custo do exame de mamografia é de R$ 50,00 e da ecografia mamária, R$ 90,00.

 

A direção do SPMG entende que, junto com as ações de conscientização e auto-exame, também são necessárias medidas que facilitem os exames de diagnóstico. Além do ISSEG, as associadas do Sindicato podem contar com mais esta opção.

 

CONHEÇA UM POUCO MAIS SOBRE A CAMPANHA E A DOENÇA:

O Outubro Rosa é um movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama, criado no início da década de 1990 pela Fundação Susan G. Komen for the Cure.

 

A data, celebrada anualmente, tem o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença; proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade.

 

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) alerta que o câncer de mama é o tipo que mais acomete mulheres em todo o mundo, tanto em países em desenvolvimento quanto em países desenvolvidos. Para o Brasil, a estimativa foi de 66.280 casos novos de câncer de mama em 2021, com um risco estimado de 61,61 casos a cada 100 mil mulheres.

 

Esse tipo de câncer também ocupa a primeira posição em mortalidade por câncer entre as mulheres no Brasil, com taxa de mortalidade ajustada por idade, pela população mundial, para 2019, de 14,23/100 mil. As maiores taxas de incidência e de mortalidade estão nas regiões Sul e Sudeste do Brasil.

 

Os principais sinais e sintomas suspeitos de câncer de mama são: caroço (nódulo), geralmente endurecido, fixo e indolor; pele da mama avermelhada ou parecida com casca de laranja; alterações no bico do peito (mamilo) e saída espontânea de líquido de um dos mamilos. Também podem aparecer pequenos nódulos no pescoço ou na região das axilas.

 

Fatores de risco

Não há uma causa única para o câncer de mama. Diversos fatores estão relacionados ao desenvolvimento da doença entre as mulheres, como: envelhecimento, determinantes relacionados à vida reprodutiva da mulher, histórico familiar de câncer de mama, consumo de álcool, excesso de peso, atividade física insuficente e exposição à radiação ionizante.

 

Os principais fatores são:

 

Comportamentais/Ambientais

  • Obesidade e sobrepeso, após a menopausa
  • Atividade física insuficiente (menos de 150 minutos de atividade física moderada por semana)
  • Consumo de bebida alcoólica
  • Exposição frequente a radiações ionizantes (Raios-X, tomografia computadorizada, mamografia etc.)
  • História de tratamento prévio com radioterapia no tórax

 

Aspectos da vida reprodutiva/hormonais

  • Primeira menstruação (menarca) antes de 12 anos
  • Não ter filhos
  • Primeira gravidez após os 30 anos
  • Parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos
  • Uso de contraceptivos hormonais (estrogênio-progesterona)
  • Ter feito terapia de reposição hormonal (estrogênio-progesterona), principalmente por mais de cinco anos

 

Hereditários/Genéticos

  • Histórico familiar de câncer de ovário; de câncer de mama em mulheres, principalmente antes dos 50 anos; e caso de câncer de mama em homem
  • Alteração genética, especialmente nos genes BRCA1 e BRCA2.

 

A mulher que possui esses fatores genéticos tem risco elevado para câncer de mama.

 

Fonte: INCA – Instituto Nacional do Câncer

 

#outubrorosa #cancerdemama #SPMGSindicato


SPMG faz parceria para exames no Outubro Rosa

Na campanha contra a PEC 32/2020, de reforma administrativa, o SPMG/Sindicato e as entidades do Fórum dos Servidores Públicos do RS têm assinalado que “Quem vota não volta”. O recado tem respaldo na história recente: nas eleições de 2018, 50% dos deputados federais do estado que votaram a favor da reforma trabalhista não conseguiram se reeleger.

 

Dois protagonistas da aprovação da reforma trabalhista também não foram reeleitos. Um deles foi o gaúcho Ronaldo Nogueira (PTB), que, empossado ministro de Trabalho em maio de 2016, esteve à frente na formulação e na apresentação do projeto. Ele perdeu 19% dos votos em relação à eleição de 2014. O relator, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), também não conseguiu votos suficientes para voltar à Câmara.

 

Todos os 14 parlamentares (13 deputados e uma deputada) gaúchos que votaram a favor da reforma trabalhista do governo Temer candidataram-se à reeleição, mas sete, 50%, não se reelegeram. Somados, esses deputados e deputada chegaram a 215.414 votos. Isso significa uma perda de 45% dos votos na comparação com 2014, de acordo com estudo feito à época pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com base nos dados oficiais do TRE-RS.

 

Dos outros sete deputados, seis foram reconduzidos à Câmara e um se elegeu para o Senado. Ainda assim, entre os reeleitos que votaram a favor da reforma, houve queda no número de votos. Somados, perderam 100 mil votos, cerca de 13%, segundo o Dieese.

 

Em todo o país, menos de metade de quem votou na reforma se reelegeu

 

A rejeição a quem votou a favor da reforma trabalhista e outras pautas contra os trabalhadores e trabalhadoras, como terceirização irrestrita e teto de gastos, foi registrada em todo o país. Dos 251 deputados federais que foram reeleitos em 2018, menos da metade foi totalmente favorável às reformas aprovadas pelo governo de Michel Temer (MDB). Os dados são da plataforma Broadcast Político e Inteligov, que acompanha as tramitações no Legislativo.

De acordo com a plataforma, o cenário se repete quando se observa como foi o desempenho das 17 bancadas partidárias que orientaram seus e suas parlamentares a votar a favor da reforma trabalhista e do teto de gastos. Antes da eleição, esses partidos somavam 374 parlamentares, número que baixou para 343.

Dois grandes colégios eleitorais mostram a rejeição. Em São Paulo, dos 46 deputados que votaram a favor da reforma trabalhista, 42 voltaram a se candidatar, mas 43% não conseguiram se reeleger. No Rio de Janeiro, dos 16 que buscaram reeleição, 81% não voltaram.

Envie mensagens a deputados e deputadas do RS e pressione contra a PEC 32!
Se você não enviou, envie. Se já fez, envie novamente. A luta contra a PEC 32/2020 precisa ser intensificada, pois a proposta pode ser votada no plenário da Câmara em outubro. Para aprovação, o governo precisa de 308 votos (três quintos) e vai fazer de tudo para conseguir.

O futuro dos serviços públicos e os direitos da população e dos servidores e servidoras está ameaçado pela reforma administrativa (PEC 32/2020) de Guedes e Bolsonaro. Por isso, vamos aumentar a mobilização. A pressão sobre deputados e deputadas tem que ser total. Mande mensagens por WhatsApp e e-mail, comente nas redes sociais deles. Com nossa mobilização, podemos derrotar essa proposta.

Já enviaram mensagens manifestando voto contrário à PEC 32 as deputadas Fernanda Melchionna (Psol) e Maria do Rosário (PT) e os deputados Bohn Gass (PT), Henrique Fontana (PT), Heitor Schuch (PSB), Marcon (PT), Paulo Pimenta (PT) e Pompeo de Mattos (PDT). O PSB também já manifestou posição contra a proposta, assim como o deputado Afonso Motta (PDT).

Agora falta cobrar dos demais o voto contrário à PEC 32, da reforma administrativa.

 

🧐 Quer saber tudo sobre a PEC 32? Acesse: http://www.spmg.com.br/2021/07/16/voce-todos-contra-a-reforma-administrativa-pec-32-2020/

 

Sugestão de texto aos deputados:

 

Se aprovada, a PEC 32 vai acabar com concursos públicos para a grande maioria dos cargos. Em seu lugar, passam a valer contratações “temporárias” de 10 anos. Isso significa um retrocesso, e a ocupação de cargos públicos por apadrinhados políticos, que ficarão devendo favores a quem os colocou lá. É o que vai imperar.

 

Quanto ao ataque a privilégios, outra falácia. A PEC ataca, principalmente, a parcela de servidores e servidoras que têm os menores salários, como os que trabalham em saúde e educação de estados e municípios, e representam mais de 50% do total do funcionalismo no Brasil.

 

A PEC ainda abre as portas para privatização de hospitais, escolas, postos de saúde e dificulta ainda mais o acesso à Justiça, escancarando as portas para a corrupção.

 

Os serviços públicos precisam melhorar e ampliar o atendimento à população. Mas não será abrindo as portas para propinas, favorecimento e enriquecimento de empresários mal-intencionados que isso será alcançado.

 

Por isso, pedimos seu voto contra a PEC 32/2020.

 

Já votou contra os serviços públicos e a favor da PEC 32 na Comissão Especial da Câmara.

ALCEU MOREIRA (MDB)
E-mail: dep.alceumoreira@camara.leg.br
Instagram: https://www.instagram.com/alceu_moreira/
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Twitter: https://twitter.com/Alceu_Moreira
Whatsapp: 51 9998-3303

GIOVANI FELTES (MDB)
E-mail: dep.giovanifeltes@camara.leg.br
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Twitter: https://twitter.com/GiovaniFeltes
Whatsapp: 51 995121515

Já votou contra os serviços públicos e a favor da PEC 32 na CCJ da Câmara.

MÁRCIO BIOLCHI (MDB)
E-mail: dep.marciobiolchi@camara.leg.br
Facebook: https://www.facebook.com/deputadobiolchi
Instagram: https://www.instagram.com/marciobiolchi/
Twitter: https://twitter.com/marciobiolchi

 OSMAR TERRA (MDB)
E-mail: dep.osmarterra@camara.leg.br
Facebook: https://www.facebook.com/DeputadoOsmarTerra/
Instagram: https://www.instagram.com/terra.osmar/
Twitter: https://twitter.com/OsmarTerra

Já votou contra os serviços públicos e a favor da PEC 32 na Comissão Especial da Câmara.

MARCEL VAN HATTEM (Novo)
E-mail: dep.marcelvanhattem@camara.leg.br
Twitter: https://twitter.com/marcelvanhattem
Instagram: https://www.instagram.com/marcelvanhattem/
Facebook: https://www.facebook.com/marcelvh/

MARLON SANTOS (PDT)
E-mail: dep.marlonsantos@camara.leg.br
Facebook: https://www.facebook.com/MarlonSantosPolitico/
Instagram: https://www.instagram.com/depmarlonsantos/
Twitter: https://twitter.com/deputado_marlon

Já votou contra os serviços públicos e a favor da PEC 32 na CCJ e na Comissão Especial da Câmara.

GIOVANI CHERINI (PL)
E-mail: dep.giovanicherini@camara.leg.br
Facebook: https://www.facebook.com/deputadogiovanicherini/
Instagramhttps://www.instagram.com/deputadogiovanicherini/
Twitter: https://twitter.com/giovanicherini

AFONSO HAMM (PP)
E-mail: dep.afonsohamm@camara.leg.br
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Instagram: https://www.instagram.com/afonsohamm/
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COVATTI FILHO (PP)
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JERÔNIMO GOERGEN (PP)
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PEDRO WESTPHALEN (PP)
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LIZIANE BAYER (PSB)
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PAULO VICENTE CALEFFI (PSD)
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DANIEL TRZECIAK (PSDB)
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Já votou contra os serviços públicos e a favor da PEC 32 na CCJ da Câmara.

LUCAS REDECKER (PSDB)
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BIBO NUNES (PSL)
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MARCELO BRUM (PSL)
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NEREU CRISPIM (PSL)
E-mail: dep.nereucrispim@camara.leg.br
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SANDERSON (PSL)
E-mail: dep.sanderson@camara.leg.br
Facebook: https://www.facebook.com/deputadosanderson/
Instagram: https://www.instagram.com/deputadosanderson/
Twitter: https://twitter.com/DepSanderson

Já votou contra os serviços públicos e a favor da PEC 32 na CCJ e na Comissão Especial da Câmara.

MARCELO MORAES (PTB)
E-mail:
 dep.marcelomoraes@camara.leg.br
Facebook: https://www.facebook.com/oficial.marcelomoraes/
Instagram: https://www.instagram.com/depmarcelo.moraes/
Whatsapp: 51 998331412

MAURÍCIO DZIEDRICKI (PTB)
E-mail: 
dep.mauriciodziedricki@camara.leg.br
Facebook: https://www.facebook.com/DepMauricioRS
Instagram: https://www.instagram.com/depmauriciors/
Twitter: https://twitter.com/DepMauricioRS

CARLOS GOMES (REPUBLICANOS)
E-mail:
 dep.carlosgomes@camara.leg.br
Facebook: https://www.facebook.com/carlosgomesdep/
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Twitter: https://twitter.com/carlosgomesdep

 


QUEM VOTA NÃO VOLTA: 50% dos deputados gaúchos que votaram a...

O futuro dos serviços públicos e os direitos da população e dos servidores e servidoras está ameaçado pela reforma administrativa (PEC 32/2020) de Guedes e Bolsonaro. Por isso, vamos aumentar a mobilização. A pressão sobre deputados e deputadas tem que ser total. Mande mensagens por WhatsApp e e-mail, comente nas redes sociais deles. Com nossa mobilização, podemos derrotar essa proposta.

>> ACESSE AS REDES SOCIAIS DOS DEPUTADOS (use as imagens e sugestão de texto no final da notícia)

 

Campanha contra a PEC 32 ganha outdoors em todo estado

 

A Frente dos Servidores Públicos do RS espalhou 118 outdoors publicitários nos 17 municípios que integram a campanha contra a PEC 32, na Região Metropolitana e interior do estado. O objetivo é denunciar quais são os parlamentares que estão a favor da PEC 32 da reforma administrativa e convidar a população a pressioná-los para que virem o voto.

 

Com a palavra VERGONHA em destaque, o outdoor tem a foto do parlamentar acompanhada das frases Votou pelo fim dos concursos. Votou pelo apadrinhamento dos cabos eleitorais e a privatização da Saúde e Educação e as insígnias Deputado que vota contra o serviço público não volta e #NãoÀReformaAdministrativa.

 

Se aprovada, a PEC 32 vai destruir o atendimento e os serviços públicos das três esferas, prejudicando a população e o funcionalismo, que terá uma série de direitos retirados, além de abrir caminho para os apadrinhamentos e a corrupção.

 

Conheça as entidades que participam da Frente de Servidores do RS: CUT/RS, CSP-Conlutas, CTB/RS, Femergs, União Gaúcha em Defesa da Previdência Social e Pública, Adufrgs, Adufpel, Andes/UFRGS, Aprofurg, Assufsm, Sedusfsm, Sinasefe, Sindisprev, SindoIF, Sindserf e Sintrajufe, Cpers, Sindjus, Abojeris, Afocefe, Asserlegis, Semapi, Simpe, Sindppd e Sintergs, Simpa (Porto Alegre), Atempa (Porto Alegre), Ceprol (São Leopoldo), Simev (Estância Velha), SinproSM (Santa Maria), Simsapel (Pelotas), Sindserv (Caxias do Sul), Sinterg (Rio Grande), SMPG (Gravataí) e Sisme (Esteio).

 

🧐 Quer saber tudo sobre a PEC 32? Acesse: http://www.spmg.com.br/2021/07/16/voce-todos-contra-a-reforma-administrativa-pec-32-2020/

 

Sugestão de texto aos deputados:

 

Se aprovada, a PEC 32 vai acabar com concursos públicos para a grande maioria dos cargos. Em seu lugar, passam a valer contratações “temporárias” de 10 anos. Isso significa um retrocesso, e a ocupação de cargos públicos por apadrinhados políticos, que ficarão devendo favores a quem os colocou lá. É o que vai imperar.

 

Quanto ao ataque a privilégios, outra falácia. A PEC ataca, principalmente, a parcela de servidores e servidoras que têm os menores salários, como os que trabalham em saúde e educação de estados e municípios, e representam mais de 50% do total do funcionalismo no Brasil.

 

A PEC ainda abre as portas para privatização de hospitais, escolas, postos de saúde e dificulta ainda mais o acesso à Justiça, escancarando as portas para a corrupção.

 

Os serviços públicos precisam melhorar e ampliar o atendimento à população. Mas não será abrindo as portas para propinas, favorecimento e enriquecimento de empresários mal-intencionados que isso será alcançado.

 

Por isso, pedimos seu voto contra a PEC 32/2020.

 

Já votou contra os serviços públicos e a favor da PEC 32 na Comissão Especial da Câmara.

ALCEU MOREIRA (MDB)
E-mail: dep.alceumoreira@camara.leg.br
Instagram: https://www.instagram.com/alceu_moreira/
Facebook: https://www.facebook.com/depalceumoreira/
Twitter: https://twitter.com/Alceu_Moreira
Whatsapp: 51 9998-3303

 

GIOVANI FELTES (MDB)
E-mail: dep.giovanifeltes@camara.leg.br
Facebook: https://www.facebook.com/GiovaniFeltes1/
Instagram: https://www.instagram.com/giovanifeltes/
Twitter: https://twitter.com/GiovaniFeltes
Whatsapp: 51 995121515

 

 

 

Já votou contra os serviços públicos e a favor da PEC 32 na CCJ da Câmara.

MÁRCIO BIOLCHI (MDB)
E-mail: dep.marciobiolchi@camara.leg.br
Facebook: https://www.facebook.com/deputadobiolchi
Instagram: https://www.instagram.com/marciobiolchi/
Twitter: https://twitter.com/marciobiolchi

 

 

 OSMAR TERRA (MDB)
E-mail: dep.osmarterra@camara.leg.br
Facebook: https://www.facebook.com/DeputadoOsmarTerra/
Instagram: https://www.instagram.com/terra.osmar/
Twitter: https://twitter.com/OsmarTerra

 

 

 

Já votou contra os serviços públicos e a favor da PEC 32 na Comissão Especial da Câmara.

MARCEL VAN HATTEM (Novo)
E-mail: dep.marcelvanhattem@camara.leg.br
Twitter: https://twitter.com/marcelvanhattem
Instagram: https://www.instagram.com/marcelvanhattem/
Facebook: https://www.facebook.com/marcelvh/

 

MARLON SANTOS (PDT)
E-mail: dep.marlonsantos@camara.leg.br
Facebook: https://www.facebook.com/MarlonSantosPolitico/
Instagram: https://www.instagram.com/depmarlonsantos/
Twitter: https://twitter.com/deputado_marlon

 

 

 

Já votou contra os serviços públicos e a favor da PEC 32 na CCJ e na Comissão Especial da Câmara.

GIOVANI CHERINI (PL)
E-mail: dep.giovanicherini@camara.leg.br
Facebook: https://www.facebook.com/deputadogiovanicherini/
Instagramhttps://www.instagram.com/deputadogiovanicherini/
Twitter: https://twitter.com/giovanicherini

 

AFONSO HAMM (PP)
E-mail: dep.afonsohamm@camara.leg.br
Facebook: https://www.facebook.com/depafonsohamm/
Instagram: https://www.instagram.com/afonsohamm/
Twitter: https://twitter.com/DepAfonsoHamm

 

 

 

COVATTI FILHO (PP)
E-mail: dep.covattifilho@camara.leg.br
Facebook: https://www.facebook.com/covatti.filho/
Instagram: https://www.instagram.com/covattifilho/
Twitter: https://twitter.com/CovattiFilho?s=20
Whatsapp: 51 98096-1111

 

 

 

JERÔNIMO GOERGEN (PP)
E-mail: dep.jeronimogoergen@camara.leg.br
Facebook: https://www.facebook.com/depjeronimogoergen/
Instagram: https://www.instagram.com/jeronimogoergen/
Twitter: https://twitter.com/jeronimogoergen
Whatsapp: 51 995186885

 

 

 

PEDRO WESTPHALEN (PP)
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Twitter: https://twitter.com/pedrowestphalen
Whatsapp: 51 999635584

 

 

 

LIZIANE BAYER (PSB)
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Instagram: https://www.instagram.com/LizianeBayerOficial/
Twitter: https://twitter.com/LizianeBayer
Whatsapp: 51 999640414

 

 

 

PAULO VICENTE CALEFFI (PSD)
E-mail: dep.paulovicentecaleffi@camara.leg.br
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DANIEL TRZECIAK (PSDB)
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Já votou contra os serviços públicos e a favor da PEC 32 na CCJ da Câmara.

LUCAS REDECKER (PSDB)
E-mail: dep.lucasredecker@camara.leg.br
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BIBO NUNES (PSL)
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MARCELO BRUM (PSL)
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Whatsapp: 51 996161154

 

 

 

NEREU CRISPIM (PSL)
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SANDERSON (PSL)
E-mail: dep.sanderson@camara.leg.br
Facebook: https://www.facebook.com/deputadosanderson/
Instagram: https://www.instagram.com/deputadosanderson/
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Já votou contra os serviços públicos e a favor da PEC 32 na CCJ e na Comissão Especial da Câmara.

MARCELO MORAES (PTB)
E-mail:
 dep.marcelomoraes@camara.leg.br
Facebook: https://www.facebook.com/oficial.marcelomoraes/
Instagram: https://www.instagram.com/depmarcelo.moraes/
Whatsapp: 51 998331412

 

MAURÍCIO DZIEDRICKI (PTB)
E-mail: 
dep.mauriciodziedricki@camara.leg.br
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Twitter: https://twitter.com/DepMauricioRS

 

 

 

CARLOS GOMES (REPUBLICANOS)
E-mail:
 dep.carlosgomes@camara.leg.br
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